O Ciberativismo pelos Direitos Humanos em Israel/Palestina, por Claudia Stephan

A dinâmica das relações internacionais expandiu-se com o fim da Guerra Fria. Desde a década de 1990, observa-se uma maior interdependência entre os países, crescimento do comércio exterior, acentuado intercâmbio cultural e tecnológico, intensa mobilidade e migração internacionais, bem como o aumento de acordos tanto comerciais como diplomáticos. Outra mudança significativa foi a virada tecnológica, que introduziu novas tecnologias de informação e comunicação (TICs) como veículos facilitadores e mediadores, e também de aproximação entre indivíduos e países. E a internet e os meios de comunicação sem fio (wireless) são os principais elementos dessa transformação (CASTELLS, 2009).

A década das conferências mundiais promoveu a ascensão dos movimentos sociais pelos direitos humanos. A mobilização em prol de questões humanitárias beneficiou-se com a chamada Era da Informação ou Era Digital, a partir da utilização das TICs para uma maior conscientização e possível engajamento da sociedade civil, bem como instrumento de pressão política. A articulação de ativistas e organizações não governamentais, antes restrita aos nichos específicos de atuação humanitária, passou a contar com a internet e suas ferramentas de divulgação e propagação de conteúdos ao público em geral.

É possível destacar alguns pontos importantes dessa virada tecnológica. O primeiro foi a mudança da comunicação de massa para uma nova autocomunicação de massa, que surge com a internet e pode ser assim definida “porque a produção da mensagem é autogerada, a definição do(s) receptor(es) em potencial é autodirecionada e a recuperação de mensagens ou conteúdos da rede mundial de computadores e das redes de comunicação eletrônica são autosselecionadas” (CASTELLS, 2009, p. 55). “Como as pessoas (os chamados usuários) apropriaram-se de novas formas de comunicação, construíram os seus próprios sistemas de comunicação de massa, através de SMS, blogs, vlogs, podcasts, wikis e afins” (CARDOSO, 2006; GILLESPIE, 2007; TUBELLA et al., 2008 apud CASTELLS, 2009, p. 65).

O segundo ponto foi a transformação da esfera tecnológica: a comercialização generalizada da mídia na maior parte do mundo; a globalização e concentração de negócios da mídia através de aglomeração e de rede; a segmentação, personalização e diversificação dos mercados de mídia e com ênfase na identificação cultural do público; a formação de grupos de negócios multimídia que se estendem a todas as formas de comunicação, incluindo a internet; e a convergência de negócios cada vez maior entre as empresas de telecomunicações, empresas de informática, empresas de internet e empresas de mídia (CASTELLS, 2009, p. 56). Entretanto, a grande mudança fica por conta da “diversidade de plataformas e concentração da propriedade dos meios de comunicação” e não pela forma como os conteúdos são transmitidos (HESMOND-HALGH, 2007 apud CASTELLS, 2009, p. 58).

Os benefícios da comunicação de massa também foram estendidos à autocomunicação de massa. Isso representa um avanço para as relações internacionais no sentido da diversificação de conteúdo e fontes, e também da possibilidade de acesso a novos pontos de vista sobre temas comumente manipulados pela mídia. Conteúdos antes restritos aos nichos específicos (político-diplomático, humanitário, econômico etc.) passam a ser exibidos ao grande público, ou seja, documentos, pareceres, pesquisas, acordos e leis, tanto de cunho governamental como privado, podem ser disponibilizados para consulta. O acesso e o conteúdo diversificados são de grande valia para ativistas, pesquisadores, envolvidos e interessados nas questões humanitárias. Beneficiam-se os movimentos e organizações sociais que não podem se basear exclusivamente no conteúdo dos meios tradicionais de comunicação de massa, nem depender apenas desses meios para sua propagação.

Essa progressão tecnológica da comunicação teve papel importante nas sociedades, pois permitiu que indivíduos, movimentos e organizações civis criassem conteúdos a partir de suas próprias experiências, lutas e demandas. As TICs surgem como ferramenta de expansão dos movimentos sociais e de propagação de conteúdos, ampliando a repercussão das questões humanitárias na sociedade para reforçar o trabalho realizado no “mundo real” e pressionar governos via opinião pública. A existência de movimentos e organizações sociais em prol de causas humanitárias não é uma novidade do pós-Guerra Fria, mas a utilização da internet para mobilizar novos ativistas e propagar uma causa específica é resultado deste avanço.

As TICs possibilitaram uma mudança de rumo na comunicação: dos conteúdos locais (regionais ou nacionais) impressos ou transmitidos pelo rádio e pela televisão para os conteúdos globais digitais. Assim, inúmeros movimentos e organizações sociais passaram a exibir seus conteúdos em versões digitais. O próximo passo foi organizar campanhas e protestos na internet, a fim de aumentar a visibilidade da causa defendida, atrair novos ativistas e pressionar as autoridades (locais, nacionais ou internacionais). “Devido à sua distribuição global e estrutura técnica descentralizada, pequenas causas podem ter grandes efeitos na internet e podem ser ampliadas através da rede” (FUCHS, 2008, p. 125).

A eDominação é contestada por movimentos de protesto que fazem uso da Internet, a fim de lutar por uma maior inclusão e participação – este é o fenômeno do ciberprotesto auto-organizado de baixo. […] O conceito popular de democracia digital (eParticipação) salienta principalmente comunicação digital cidadão-cidadão e os processos de comunicação de e nos grupos e movimentos de protesto não-governamentais da sociedade civil. […] Tecnologias e ferramentas que são favorecidas pela política digital incluem fóruns de discussão virtual (com base na Web e não baseado na Web), listas de discussão, chats, wikis, bate-papo político, ferramentas de ciberprotesto, petições on-line e campanhas de protesto on-line (FUCHS, 2008, p. 213 e 237).

A Questão Palestina é um exemplo de causa política defendida por diversos movimentos e organizações da sociedade civil, e que tem se propagado com o ciberativismo. Tema frequente e parcial nos meios de comunicação de massa tradicionais, ganhou maior visibilidade quando o ativismo aderiu às TICs. Hoje é possível encontrar diferentes pontos de vista acerca desse tema, tanto de cunho acadêmico como político-ideológico.

As diversas violações do direito internacional (humanitário, dos refugiados e dos direitos humanos) ao longo da disputa Israel/Palestina são objetos de ativismo e protesto por muitas organizações da sociedade civil israelense e palestina, bem como de outros países, como parte da comunidade judaica dos Estados Unidos. O objetivo é fundamentalmente pressionar o Estado de Israel a cumprir o direito internacional e as resoluções da ONU aplicáveis para a resolução do conflito e estabelecimento de condições humanitárias dignas para israelenses e palestinos.

Destacam-se, aqui, três organizações não governamentais que utilizam o ciberativismo pelos direitos humanos em Israel/Palestina. A Boycott, Divestiment, Sanctions é um movimento palestino de boicote econômico, cultural e acadêmico inspirado na luta contra o apartheid na África do Sul, formado por 170 órgãos da sociedade civil (sindicatos, partidos políticos, associações de profissionais e acadêmicos, igrejas, redes de refugiados e mulheres etc.) (BDS, 2018). A Jewish Voice for Peace é uma organização de parte da sociedade civil judaica dos Estados Unidos, “inspirada nas tradições judaicas de trabalhar pela justiça” (JVP, 2018). E o Breaking the Silence é uma organização de ex-combatentes das Forças de Defesa Israelense (IDF) que visa “expor o público israelense à realidade do cotidiano nos Territórios Ocupados […] [e] estimular o debate público sobre o preço pago por uma realidade em que os jovens soldados enfrentam uma população civil diariamente e estão envolvidos no controle da vida diária dessa população” (BTS, 2018).

O Movimento Boycott, Divestment, Sanctions (BDS)

O BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções) teve início em 09 de julho de 2005, quando a sociedade civil palestina organizou-se para promover uma campanha global de boicote, desinvestimento e sanções contra a ocupação militar israelense da Cisjordânia, da Faixa de Gaza (hoje bloqueio) e de Jerusalém Oriental. O propósito dessa campanha por liberdade, justiça e igualdade é pressionar Israel “até que respeite o direito internacional e os direitos dos palestinos” (BDS, 2018). A iniciativa palestina sucedeu a divulgação de um parecer da Corte Internacional de Justiça acerca da ilegalidade do muro israelense construído ao longo e em partes do território ocupado da Cisjordânia (BDS, 2018).

BDS é uma estratégia que possibilita que pessoas conscientes tenham um papel eficiente na luta palestina por justiça. […] Há décadas Israel tem privado os palestinos de seus direitos fundamentais de liberdade, igualdade e autodeterminação por meio de limpeza étnica, colonização, discriminação racial e ocupação militar. Apesar de inúmeras condenações das políticas israelenses pela ONU, por outras agências internacionais e principalmente organizações de direitos humanos, a comunidade mundial tem falhado em responsabilizar Israel e em garantir que cumpra os princípios básicos da lei. Os crimes de Israel continuam impunes. […] Os signatários representam refugiados, palestinos do território ocupado (OPT) e palestinos cidadãos de Israel (BDS, 2018).

Desde 2007 sob a coordenação do Comitê Nacional Palestino BDS (BNC, na sigla em Inglês), o movimento promove a estratégia com base em três pontos fundamentais da Questão Palestina: refugiados, ocupação militar do território palestino e palestinos em Israel (BDS, 2018). As demandas do movimento são as mesmas já estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU), com base no direito internacional:

1. Cessar a ocupação e a colonização de todas as terras árabes ocupadas em junho de 1967 e desmantelamento do muro; 2. Reconhecer os direitos fundamentais dos cidadãos árabe-palestinos de Israel para a plena igualdade; 3. Respeitar, proteger e promover os direitos dos refugiados palestinos de retornar para suas casas e propriedades, conforme estipulado pela Resolução 194 da ONU (BDS, 2018).

É necessário enfatizar que essa estratégia visa conscientizar, enfraquecer e pressionar empresas, produtos e indivíduos envolvidos (direta ou indiretamente) na ocupação do território palestino: “os boicotes têm como alvo produtos e companhias (israelenses e internacionais) que lucram com a violação dos direitos dos palestinos, bem como instituições esportivas, culturais e acadêmicas” (BDS, 2018). O desinvestimento expõe as empresas cúmplices da ocupação e pretende garantir que as mesmas não recebam novos investimentos e financiamentos. E as sanções pretendem afastar ou isolar Israel, seja em fóruns diplomáticos e econômicos ou eventos formais diversos, como mensagem de reprovação dos demais países e conscientização da sociedade acerca das violações do direito internacional (BDS, 2018).

Em treze anos de ativismo os resultados foram expressivos: supermercados da Itália e do Reino Unido deixaram de comprar produtos oriundos dos territórios ocupados; artistas das mais diversas áreas e países cancelaram concertos e aparições; bancos retiraram investimentos de Israel; igrejas pronunciaram-se a favor da campanha; universidades de diversos países boicotaram a participação de certas universidades israelenses em competições internacionais; países suspenderam acordos de livre comércio; empresas foram realocadas fora dos territórios ocupados ou vendidas; empresas israelenses perderam contratos etc. Desde 2008, o BDS também apresenta análises sobre o Estado de Israel, relacionando seu histórico com a atual situação, de maneira a fundamentar sua campanha e existência, tendo como base o documento de posição do movimento intitulado United Against Apartheid, Colonialism and Occupation – Dignity and Justice for the Palestinian People (BDS, 2018).

Essa análise fornece a base legal e ética para a campanha BDS, porque – diferente da ocupação que não é ilegal per se enquanto for temporária – transferência de população, segregação racial e colonialismo são proibidos e constituem atos ilícitos internacionalmente [segundo o Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional – artigos 7(2), 8(2), a IV Convenção de Genebra – artigo 49 e seu Primeiro Protocolo Adicional – artigo 85, parágrafo 4(c)] que tornam ilegal todo o regime político e jurídico sobre o povo palestino (BDS, 2018, grifo original).

O BDS Movement possui um portal na internet (www.bdsmovement.net), páginas nas redes sociais Facebook (242.719 seguidores) e Twitter (94.300 seguidores), canal na mídia social YouTube (1.034 inscritos) e comunica-se também via endereço eletrônico, RSS feed e newsletters.

A Organização Jewish Voice For Peace (JVP)

A JVP (Voz Judaica para a Paz) é uma organização da sociedade civil judaica dos Estados Unidos que promove o direito à segurança e à autodeterminação de israelenses e palestinos, por meio de campanhas de conscientização, publicações e advocacia em prol de ativistas da causa (JVP, 2018). “Seus membros são inspirados pela tradição judaica para trabalhar juntos pela paz, justiça social, igualdade, direitos humanos, respeito pelo direito internacional e por uma política externa norte-americana com base nesses ideais” (JVP, 2018). Sua missão é promover:

Uma política externa dos EUA baseada na promoção da paz, democracia, direitos humanos e respeito pelo direito internacional; O fim da ocupação israelense da Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental; Uma resolução do problema dos refugiados palestinos de acordo com o direito internacional e equidade; O fim de toda a violência contra civis; A paz entre os povos do Oriente Médio (JVP, 2018).

A JVP tem escritórios em Nova Iorque e na Califórnia, somando 13.500 membros em mais de 70 sucursais pelo país e mais de 200.000 “ativistas digitais” (online supporters) atuando nas mais diversas frentes: campanhas de defesa e libertação de ativistas israelenses e palestinos; luta contra a retórica de antissemitismo; apoio à estratégia de boicote às empresas que lucram com a ocupação dos territórios palestinos; trabalha com árabes, muçulmanos, palestinos e cristãos contra a intolerância e a ocupação militar; contribui para a desmitificação de que o lobby judaico nos Estados Unidos representa as demandas de toda a comunidade judaica etc. (JVP, 2018). A organização ainda disponibiliza material digital, como panfletos, logotipos e publicações diversas com informações acerca das empresas alvos de protestos e também sobre desinvestimentos concluídos, para que ativistas possam se organizar localmente e divulgar a causa.

A JVP possui um portal na internet (www.jewishvoiceforpeace.org), páginas nas redes sociais Facebook (448.995 seguidores) e Twitter (71.200 seguidores), canal na mídia social YouTube (5.920 inscritos) e comunica-se também via endereço eletrônico, RSS feed e newsletters.

A Organização Breaking the Silence (BTS)

A BTS (Rompendo o Silêncio) é uma organização de veteranos das forças de defesa israelense (IDF) que coleta e divulga depoimentos desses ex-combatentes sobre o cotidiano das operações militares nos territórios ocupados palestinos da Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental desde a II Intifada, em setembro de 2000. O objetivo é promover o debate sobre o regime de segurança estabelecido em Israel, que naturaliza e perpetua a insegurança, a violência e a violação de direitos humanos de palestinos e israelenses (BTS, 2018).

Nossos testemunhos retratam uma imagem diferente, e muito mais sombria, na qual a deterioração dos padrões morais se manifesta no caráter das ordens e das regras de engajamento e são justificadas em nome da segurança. Embora esta realidade seja conhecida dos soldados e comandantes israelenses, a sociedade israelense continua a fechar os olhos e negar o que acontece em seu nome. Os soldados dispensados que retornam à vida civil descobrem a diferença entre a realidade que encontraram nos territórios e o silêncio que eles encontram em casa. Para se tornarem civis novamente, os soldados são forçados a ignorar o que viram e fizeram (BTS, 2018).

A BTS foi fundada em março de 2004 por um grupo de soldados que serviu na cidade de Hebron, no sul da Cisjordânia, e vivenciou os excessos da ocupação militar: “casos de abuso contra palestinos, saques e destruição de propriedade têm sido a norma há anos, mas ainda são explicados como casos extremos e únicos” (BTS, 2018). Além dos mais de 1.000 depoimentos coletados (identificados ou anônimos), são organizadas palestras, encontros, excursões em Hebron e nas colinas do sul de Hebron, e outros eventos para mostrar a realidade da ocupação miltar obscurecida pelo governo e pela mídia israelenses (BTS, 2018).

A BTS possui um portal na internet (http://www.breakingthesilence.org.il), páginas nas redes sociais Facebook (243.050 seguidores) e Twitter (21.600 seguidores), canal na mídia social YouTube (2.814 inscritos) e comunica-se também via endereço eletrônico, RSS feed e newsletters.

Considerações Finais

A polêmica e a complexidade do tema para o público leigo ainda permeia o ciberativismo, mas uma vez que a linguagem da autocomunicação pode ser cultural e didaticamente orientada, torna-se mais acessível e compreensível. O ativismo dessas organizações da sociedade civil pelos direitos humanos em Israel/Palestina adentrou o ambiente virtual para propagar sua agenda, atrair novos ativistas e promover campanhas e ciberprotestos. Suas ações ganharam visibilidade e suas campanhas obtiveram resultados positivos.

As ações promovidas por esses movimentos, antes restritas ao “mundo real”, ganharam novas proporções ao promover, simultaneamente, campanhas físicas e virtuais. Uma vez que cidadãos, governos, líderes e organizações internacionais (governamentais e não governamentais) também estão conectados à internet, o ciberativismo torna-se uma poderosa ferramenta de divulgação e pressão. Nesse sentido, as novas tecnologias de informação e comunicação podem, sim, contribuir de maneira significativa para o sucesso dessas ações.

O artigo limitou-se a discutir os benefícios trazidos pelas TICs para o ciberativismo pelos direitos humanos, apesar de reconhecer os prejuízos causados pela manipulação de conteúdos, perfis falsos, perseguição a ativistas e organizações com o propósito de deslegitimar causas e movimentos humanitários. Os desafios encontrados pelos ativistas de direitos humanos em Israel/Palestina são grandes: perseguição e ameaças oriundas da própria sociedade, tentativas de criminalizar indivíduos e organizações críticas às políticas de segurança pelo governo de Israel, detenção e restrição da mobilidade de ativistas palestinos, além da retórica de antissetismo – mesmo contra ativistas judeus e israelenses – e a deportação de ativistas internacionais considerados inimigos do Estado de Israel.

Referências

BDS – Boycott, Divestiment, Sanctions: Freedom, Justice, Equality. Disponível em: http://www.bdsmovement.net/ Acesso em: 13/02/2018.

BTS – Breaking the Silence. Disponível em: http://www.breakingthesilence.org.il/. Acesso em: 13/02/2018.

CASTELLS, M. Communication Power. Oxford University Press, 2009.

FUCHS, C. R. Internet and Society – Social Theory in the Information Age. London: Routledge, 2008.

JVP – Jewish Voice for Peace. Disponível em: http://jewishvoiceforpeace.org/ Acesso em: 13/02/2018.

Sobre a autora

Claudia Stephan é doutoranda em Ciência Política pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e pesquisadora do Núcleo de Pesquisa em Relações Internacionais (NEPRI/UFPR).

Como citar este artigo

Mundorama. "O Ciberativismo pelos Direitos Humanos em Israel/Palestina, por Claudia Stephan". Mundorama - Revista de Divulgação Científica em Relações Internacionais,. [Acessado em 19/08/2018]. Disponível em: <http://www.mundorama.net/?p=24481>.
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