Diplomacia Digital e o papel do “novo diplomata”, por André E. Ribeiro de Souza Aprigio

A diplomacia tradicional compreende os instrumentos pelos quais os Estados constituem ou mantêm relações recíprocas. É por meio da diplomacia, da chamada soft power, que os Estados interagem política e juridicamente uns com os outros, utilizando-se de seus representantes oficiais. Entretanto, vivemos em um mundo globalizado, onde a tecnologia da informação possui evolução vertiginosa, a cada dia. Nesse sentido, que papel deverá desempenhar o “novo diplomata” em tempos onde informações são trocadas entre os cidadãos 24 horas por dia?

Nas palavras de Magalhães (1996) diplomacia “consiste num instrumento de política externa para o estabelecimento e desenvolvimento de contactos pacíficos entre os governos de diferentes Estados, pelo emprego de intermediários, mutuamente reconhecidos pelas respectivas partes.

Em sua obra Manual Diplomático, Magalhães (2005) nos apresenta as importantes funções de uma Missão Diplomática, quais sejam: (i) representação, (ii) informação, (iii) negociação, (iv) promoção, (v) proteção e (vi) extensão externa do serviço público.

As funções de informação e promoção trazem especial importância para o foco deste artigo, por estarem diretamente relacionadas. Ambas podem ser consideradas uma “via de mão dupla”. Da mesma forma que a Missão Diplomática tem o condão de colher (por meios lícitos) informações do Estado receptor que deverão ser enviadas para os serviços nacionais aos quais está vinculada no Estado acreditante; de igual forma deverá impulsionar as relações (sejam elas comerciais, culturais, turísticas, etc.) entre os dois países.

Esse impulso, essa iniciativa, ocorre sobretudo pela divulgação e troca de informações. Embora Magalhães (2005) considere a função de promoção como sendo um elemento “acessório ou complementar”, este não tem (e não pode ter) a sua importância reduzida ou esquecida.

Importante ressaltar, porém, que a partir da década de 70 assistimos à alterações nas relações internacionais, com o surgimento de novos conceitos e novas teorias, tal como a de interdependência complexa, trazida à tona por Robert Keohane e Joseph Nye, ao se referirem à reciprocidade entre os Estados ou entre atores de diferentes Estados.

Tempos depois, Nye afirmaria em 2005 que a política na era da informação não é apenas uma questão de exército vencedor, mas sim de qual história foi mais bem contada (Nye, 2005). Adicionalmente, segundo ele, “power is the ability to affect others to obtain the outcomes you want” .

Com efeito, o professor Jan Melissen, diretor do CDSP – Clingendael Diplomatic Studies Programme, do Netherlands Institute of International Relations, apresenta-nos um conceito de diplomacia pós-moderna, quando afirma:

[Diplomacy] is defined as the mechanism of representation, communication and negotiation, through which states and other international actors conduct their business. (Melissen, 1999) [grifo nosso]

Assim, não se pode olvidar que vivemos em um mundo globalizado e interdependente, onde a informação possui caráter vital, nomeadamente no meio político-diplomático. Se antes a diplomacia era vista como um meio de para se transmitir uma mensagem ao um Estado, um Governo, a revolução da informação ocorrida no final do século XX mudou – radicalmente – esse contexto.

Nesse novo cenário em que se situam e se desenrolam as relações diplomáticas entre os Estados, entre cidadãos residentes no exterior (e.g. diáspora brasileira em Portugal) e entre os demais atores não-estatais (ONGs, OIs, etc.), o Ministério das Relações Exteriores de um Estado deverá levar em conta a evolução das ferramentas de comunicação existentes e, sobretudo, as novas formas como as pessoas se comunicam. Afinal, a Internet há muito é uma realidade inquestionável.

Se informação e promoção devem – aqui – ser consideradas uma “via de mão dupla” é porque a comunicação deve ser levada à cabo não apenas na visão Governo-Governo, mas em um espectro mais alargado que inclui: Governo-Cidadão, Cidadão-Governo (cidadão, nesse contexto, inclui todos os atores não-estatais para maior simplificação).

Com efeito, Micah L. Sifry e Andrew Rasiej (2009) advogam que:

In an age when Israeli and Lebanese bloggers can IM [Instant Message] each other while their countries are at war; when two college grads in Colombia can use Facebook to spark worldwide demonstrations, involving 14 million people, against the FARC rebel group; and when a half-million people using Kiva.org can lend more than $75 million in direct micro-loans to people in 185 countries, clearly international relations is no longer a monopoly of governments. Social media are helping redefine what diplomacy means at a rapid pace. (Sifry e Rasiej, 2009)

Acrescente-se, de igual forma, que as Relações Internacionais (RIs) sempre foram afetadas pela tecnologia. O próprio aparecimento do rádio, em 1920, “fez com que vários governos adentrassem na cena da radiodifusão de língua estrangeira” (Nye, 2004).

Ademais, o próprio conceito de e-Government apresentado pelo Banco Mundial, que o define como sendo um “processo de reforma no modo que os Governos trabalham, compartilham informação e prestam serviços para os seus clientes externos e internos” (Banco Mundial, s/d) nos remete à necessidade de se alargar não apenas o conceito de Diplomacia Tradicional, mas as próprias funções esperadas do “novo diplomata”.

Não obstante sua formação anterior, o “novo diplomata” assume o papel de relações públicas, de gestor da informação e dos processos para se consegui-la, uma das funções essenciais da Missão Diplomática (Magalhães, 2005), mas também de gestor das informações que devem ser divulgadas à sociedade, quando, como e por qual meio.

É nesse contexto que a Diplomacia Digital (ou e-Diplomacy) pode ser vista – e adotada – como uma ferramenta de informação e comunicação relevante quer para as embaixadas e consulados (incluindo o próprio Ministério das Relações Exteriores dos Estados), quer para o próprio diplomata, no desenvolvimento do seu mister, utilizando-se de ferramentas como Facebook, Twitter, YouTube, Websites Oficiais, etc.

De acordo com o Foreign & Commonwealth Office (FCO) do Reino Unido, Diplomacia Digital diz respeito a:

It’s conventional diplomacy through a different medium. Through the web we can listen, publish, engage and evaluate in new and interesting ways. Crucially, we can also widen our reach and communicate directly with civil society as well as governments and influential individuals. (FCO, 2010)

Diplomacia Digital, portanto, deve ser entendida como um esforço de comunicação integrada, que deve ser levado à cabo por meio de uma linguagem simples e direta, uma vez que se destina a todos os públicos. Ressalte-se, porém, nomeadamente para aqueles que se julgam mais céticos, que a Diplomacia Digital é um meio, e não o fim. O papel das “novas tecnologias” e do diplomata não se misturam, sendo o último imprescindível e de relevância incomensurável.

Ainda é verdade que alguns Ministérios das Relações Exteriores não se preocupam em difundir uma mensagem atualizada e por diferentes canais. Por outro lado, exemplos positivos existem e países como Estados Unidos da America (EUA) e do Reino Unido estão na ribalta desse processo, implementando esforços em relação à busca de uma maior aproximação de suas Missões Diplomáticas com os chamados atores não-estatais.

Desde 2003, o Departamento de Estado dos EUA possui o Office of eDiplomacy, vinculado ao Bureau of Information Resource Management e que foi criado com o intuito de melhorar sua capacidade de se comunicar e compartilhar conhecimento e informação com o público e que possui três objetivos principais: (i) introduzir os diplomatas no processo de tomada de decisão no âmbito da tecnologia de informação, (ii) melhorar a forma de se conectar e comunicar com outras partes, dentro e fora do Estado, e (iii) promover e disseminar a gestão do conhecimento.

Esses objetivos são levados à cabo por meio de comunidades online e de Postos Virtuais, para citar apenas dois. As comunidades online são criadas com vistas à disseminação de informação e discussão de temas da Agenda do Departamento, de forma que as discussões transcendam as paredes do Departamento e as fronteiras regionais, abarcando a diáspora americana, inclusive.

Os Postos Virtuais fazem parte do programa Virtual Presence Posts que ajuda o Departamento  a alargar sua presença e seu relacionamento com cidades-chave, comunidades e regiões específicas e de interesse americano, sem a necessidade de se construir e manter um escritório físico.

No mesmo sentido de inovação, o Foreign & Commonwealth Office do Reino Unido implementa ações na área da Diplomacia Digital, por meio do seu Communication Directorate e cujo objetivo é “garantir que o FCO se torne uma organização reconhecida na Web e usar a diplomacia digital para reforçar campanhas de forma a posicionar o FCO como o melhor do mundo em diplomacia digital.”

Na prática, o FCO utiliza-se de quatro métodos: (i) Escutar, relacionando-se às discussões, pesquisas e planejamento iniciais, nomeadamente no sentido de conhecer a audiência, o público-alvo; (ii) Publicar, o passo seguinte para conseguir transmitir a mensagem oficial, mas uma mensagem pensada na visão-cliente, ou seja, colocando-se no lugar do leitor/receptor, uma vez que temas ligados às RIs podem sem por demais técnicos e exaustivos; (iii) Engajar, uma vez que a Web é um meio eminentemente interativo, com fortes possibilidades de se exercer influência – em ambos os sentidos. Portanto, aqui, fazemos a leitura como sendo engajar e engajar-se, mormente quando o FCO declara que “We encourage Foreign Office officials and ministers to take part in online conversations in an official capacity, under their own name.” (FCO, 2010) (iv) Avaliar, a mensagem – ou no limite uma campanha online em vigor -, no que diz respeito à adesão (tráfego de acessos), ao conteúdo exposto (por parte do FCO e por meio de posts dos usuários participantes), custos envolvidos no processo, etc.

O que se pode depreender com base nos dois casos analisados brevemente é que embora as Missões Diplomáticas tenham – por essência – a função de atuar localmente, na área de sua circunscrição, esta recebe demandas de toda a parte e de toda a sorte.

Se vivemos em um mundo globalizado e interdependente, torna-se natural que as comunicações sejam mais rápidas. As ações locais podem e muitas vezes têm impacto global e, nesse sentido, as Missões Diplomáticas são demandas, inclusive, por atores (quer estatais ou não) de outras partes do globo. Em momentos de crise instalada, por exemplo, quanto maior o espectro de atuação de uma Missão Diplomática, mais facilmente os atores envolvidos perceberão a sua mensagem, como no caso de necessidade de resposta à situação de emergência.

Embora seja uma verdade que, em geral, a estrutura dos Ministérios das Relações Exteriores não esteja conseguindo acompanhar os passos das mudanças e, consequentemente, não esteja conseguindo se adaptar às complexidades de um mundo interdependente e envolto por “novas tecnologias”, podemos ver iniciativas que corroboram a ideia de que um “novo diplomata” é necessário, mas que este deve ser preparado e suportado por uma estratégia maior, uníssona e atualizada.

A revolução da informação expandiu o paradigma da diplomacia tradicional, alargando seu conceito e atualizando-o face às novas tecnologias e costumes.

Hodiernamente, faz-se imperativo que essa revolução seja implementada, de fato, no âmbito da estrutura dos Ministérios das Relações Exteriores e, sobretudo, no dia a dia do mister diplomático, como parte de uma estratégia maior que transcende o pensamento de outrora, onde se pensava que os Estados deviam se comunicar, tão somente, com outros Estados (Governo-Governo), incluindo todos os atores não-estatais.

O “novo diplomata”, afinal, pode não ser tão novo assim. Deverá apenas possuir um campo de visão ainda mais alargado, atualizado e sintonizado às “novas tecnologias” e necessidades de todos os atores envolvidos.

REFERÊNCIAS

  • Department of State, 2010. Bureau of Information Resource Management. [Online] Disponível em: http://www.state.gov/m/irm/index.htm. Acesso em 11 Junho 2010.
  • Foreign & Commonwealth Office, 2010. Digital Diplomacy Dictorate. [Online] Disponível em: http://www.state.gov/m/irm/index.htm. Acesso em 11 Junho 2010.
  • Magalhães, J. C., 1996. Diplomacia Pura. Lisboa: Bertrand Editora.
  • Melissen, Jan., 1999. Innovation in diplomatic practice. Great Britain: Palgrave.
  • Nye, Jr., Joseph S. 2004. Soft Power: the Means to Success in World Politics. New York: Public Affairs.
  • Nye, Jr., Joseph S., 2005. Politics in an information age is not only about whose military wins but whose story wins. [Online] Boston: Boston Review. Disponível em: http://bostonreview.net/BR30.1/nye.php. Acesso em 10 Junho 2010.
  • Nye, Jr., Joseph S., 2008. Public Diplomacy and Soft Power. The ANNALS of the American Academy of Political and Social Science, 616, p. 94-95.
  • Sifry, Micah L., Rasiej, Andrew., 2009. P2P2G: The rise of e-diplomacy. Politico, [internet]. Disponível em: http://www.politico.com/news/stories/0609/23310.htmlAcesso em 10 Junho 2010.
  • World Bank. E-Government: Opportunities and challenges. [Online]. Disponível em: http://siteresources.worldbank.org/INTEDEVELOPMENT/Resources/559323-1114798035525/1055531-1114798256329/1055556-1114798371392/Bhatnagar1.pdf Acesso em 10 Junho 2010.

André E. Ribeiro de Souza Aprigio é mestrando em Relações Internacionais pela Universidade do Minho, Portugal (andre.aprigio@gmail.com).

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13 Comentários em Diplomacia Digital e o papel do “novo diplomata”, por André E. Ribeiro de Souza Aprigio

  1. Thank you for your interesting article, which I have the pleasure of citing in the next edition of my “Public Diplomacy Press and Blog review.”

    Best, John Brown

  2. Cara Valeria:

    Decerto o tema Diplomacia Digital (tal qual o Diplomacia Pública) deveriam ser, nomeadamente nos dias atuais, muito mais discutidos e pesquisados.

    O meu intuito, ao escrever esse artigo, foi o de instigar discussões -sejam elas contrárias ou não ao meu pensamento. O “novo diplomata” deve ter a sua atenção voltada ao uso de diferentes mídias, mas como ressaltei, este profissional deve ser suportado e guiado por uma estratégia maior, definida pelo próprio Ministério das Relações Exteriores.

    Quanto ao “excelente”, certamente foi pura bondade sua. Obrigado pelo apoio!

    Dear John:

    Being cited on your blog reviews is – indeed – an honor. Thank you for the kindness of passing by and leaving a comment, which is always encouraging.

    André Aprigio

  3. André, excelente texto! Como afirmou Thomas Friedman no livro “The World Is Flat”, “the great challenge of our time will be to absorb these changes in ways that do not overwhelm people or leave the behind. None of this will be easy. But this is our task. It’s inevitable and unavoidable.”

    Não podia ser diferente com a diplomacia. A era da informação trouxe não somente mudanças de paradigmas, mas também mudanças na forma como instituições, pessoas, organismos e governos se relacionam. Os exemplos do Foreign Officer e do State Departament são lúcidos e necessários. O MRE devia seguir passos semelhantes, sob o risco de ficar na contramão.

  4. Caro Diogo:

    Obrigado pelo aparte e por trazer Friedman no contexto, o que foi bastante oportuno. Friedman fala – nomeadamente -, sobre mudanças e como elas impactam as sociedades, “[…] changes in the role of individuals, the role and form of governments, the way we innovated, the way we conducted business […]”.

    Sou otimista no sentido de que nos encontramos em um momento em que certas decisões podem até levar um tempos para serem tomadas, mas serão; mais cedo ou mais tarde. A questão que se coloca é: seremos sempre “followers”?

  5. André, para sermos “leaders” precisamos de avançar em uma área ainda pouco desenvolvida no país: o campo da inovação – seja na produção de bens, na oferta de serviços, na tecnologia, nos meios de aproximação entre governo e sociedade civil, entre outros.

    A revolução da informação oferece diversas possibilidades de expandir a comunicação e de ofertar novos serviços. Basta criatividade para inovar e para construir novos canais.

  6. Muito oportuno o artigo André. Lembro do conceito proposto por Nye de que entrariamos em uma era que ele denominou “cyber-feudalismo”, em que o conceito de estado como conhecemos cederia espaço para um ambiente de múltiplas camadas de identidades e lealdades. O que temos visto através das redes sociais na internet é o estabelecimento espontâneo de comunidades internacionais, ou transnacionais, que afetam sobremaneira o modo como se estabelecem as relações internacionais.

  7. Gostei bastante do arquivo, é realmente uma área ainda pouco discutida no nosso país.

    Realmente me parece inevitável que a diplomacia entre também nesse mundo, mas, em relação ao Brasil, penso que uma questão importante é porque demoramos tanto para “abraçar” essas tendências. Se é algo inevitável, bom e produtivo para nossa diplomacia, porque ainda se demora tanto para se decidir sobre isso? Acredito que seja algo a se pensar.

    E se, de fato, o campo da inovação no país ainda não é forte temos de lembrar que, no mundo digital, os brasileiros tem grande presença, seja com blogs, redes sociais e movimentos on-line. Ou seja, temos pessoas capazes e criatividade de sobra para mergulhar de cabeça na e-Diplomacy.

    Talvez o que falte não é pensar numa diplomacia digital e sim o que queremos com a diplomacia como um todo.

    Parabéns pelo artigo, acho essa discussão muito salutar e necessária.

  8. Caro André,

    Como seu colega de mestrado e amigo, devo dizer que esse artigo está excelente e é ilustrativo do seu interesse
    e capacidade intelectual ímpar, sobretudo nessa área da diplomacia pública na qual tanto você se revê!

    Um abraço e parabéns,

    Francisco Melo

  9. Caro Marcelo:

    De fato não podemos esquecer do termo cyber-feudalismo trazido às RIs por Nye. Muito bem lembrado! Aliás, Nye em artigo publicado em 2002 com o título “The Information Revolution and American Soft Power” advoga que “In civil societies, as decentralized organizations and virtual communities develop on the Internet, they cut across territorial jurisdictions and develop their own patterns of governance.”.

    Com efeito, acrescenta ainda que “In short, these transformations suggest the reversal of the modern centralized state that has dominated world politics for the past three and a half centuries. A medieval European might have owed equal loyalty to a local lord, a duke, a king, and the Pope. A future European might owe loyalty to Brittany, Paris, and Brussels, as well as to several cyber-communities concerned with religion, work, and various hobbies.”

    Luiz:

    Temos tido muitos avanços em nosso país, no que diz respeito à diplomacia, mas retrocessos aconteceram, de igual forma. Às vezes, a chamada “diplomacia presidencial” vai (ou vem) de encontro ao que se é esperado, naturalmente (ou melhor, tecnicamente).

    Quanto maior for a discussão de “novos” temas no âmbito das RIs, maior e mais uníssona será a nossa voz. Cabe a nós, da Academia, buscar incutir ou ressaltar a importância de uma “nova agenda”.

    Seu último parágrafo “Talvez o que falte não é pensar numa diplomacia digital e sim o que queremos com a diplomacia como um todo.” diz tudo.

    Obrigado aos dois pelas contribuições e vamos manter o contato.

    Um abraço,

    André Aprigio

  10. Com as novas tecnologias está claro que a Diplomacia Digital, será mais rapida na informação, todas questões ligada na diplomacia será via Internet , Video Conferencia, lembramos que no caso de Estado de Emergenica ou Estado de Síto , devemos usar o velho bom papel, hoje em dia até Internet esta grampeado………………………….ok

    att,
    Francsico José Pansiga Junior
    Vice-Presidente Zonal do PSDB – São Paulo/SP
    Estudante de Relações Internacionais – FMU – São Paulo/SP

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