A OMC, o Brasil e as transformações do sistema multilateral de comércio, por Rogério de Souza Farias

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M47_151Em uma opulenta cerimônia no átrio central do palácio real de Marrakesh, em abril de 1994, diplomatas de mais de cem países participaram, durante quase quatro horas, do encerramento da Rodada Uruguai do Acordo Geral sobre Tarifas Aduaneiras e Comércio (GATT). O evento foi histórico. Naquele momento, estimou-se que a média de cortes tarifários de quase 40% elevaria em duzentos bilhões de dólares anuais o fluxo de comércio internacional. Um dos resultados mais significativos das negociações, porém, foi a criação, no ano seguinte, da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Neste ano, a OMC celebrou seus vinte anos de vitórias e derrotas. Neste último ponto vale lembrar que a Rodada Doha, lançada em 2001, ainda não tem perspectiva para ser concluída, a despeito de todo esforço despendido pelo novo diretor da organização, o brasileiro Roberto Azevedo.

O propósito do artigo intitulado Algo de velho, algo de novo: a Organização Mundial do Comércio, o Brasil e as transformações do sistema multilateral de comércio, publicado na edição de número 151 de Meridiano 47 (Vol. 16 – No. 151 – Setembro-Outubro, 2015)  é, no contexto das efemérides de duas décadas de existência da OMC, apresentar uma breve reflexão sobre as transformações ocorridas no sistema multilateral de comércio e, particularmente, no Brasil.  A seleção de temas não é exaustiva e tampouco arroga-se da tese de que são dos aspectos mais relevantes ou transformadores.

Para ler o artigo completo, clique aqui.

Rogério de Souza Farias é Visiting Scholar do Lemann Institute for Brazilian Studies of the University of Illinois at Urbana-Champaign e Associate Researcher do Center for Latin American Studies of the University of Chicago, Estados Unidos (rofarias@gmail.com).

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