Brazil´s leadership in Global Internet Governance, by Maurício Santoro and Bruno Borges

Political scientists Bruno de Moura Borges and Maurício Santoro, from the Department of International Relations of the State University of Rio de Janeiro, published a paper  in the issue 1/2017 (volume 60 – N. 1) of the Revista Brasileira de Política Internacional analysing the Brazilian foreign policy towards Internet Governance, explaining how Brazil achieved a global leadership role in the issues of privacy and surveillance after the revelations of NSA whistleblower Edward Snowden. The research is based upon works that the authors developed for Amnesty International and Duke University on the relationship between information technology, diplomacy and human rights. Continue reading →

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A parceria estratégica entre Brasil e União Europeia: uma mudança de foco – uma entrevista com Míriam Saraiva, por Renato Ventocilla

A votação a favor do Brexit, a reabertura do Bataclan depois dos atentandos ocorridos em 2015, o aumento da popularidade dos partidos de extrema-direita, a crise do euro… Os problemas políticos e econômicos dos países europeus se tornaram recorrentes na mídia brasileira. Embora a União Europeia tenha um espaço privilegiado nos noticiários e a posição de “Parceiro Estratégico” do Brasil, existem poucos artigos na academia que examinem as relações euro-brasileiras. Continue reading →

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The Brazilian Cooperation with Africa under President Lula: The invisible role of Brazilian Public Servants and its importance to the Brazilian Foreign Policy goals, by Rafael Schleicher and Ana Flávia Platiau

The foreign policy of President Lula was marked by a sound increase in the relations with developing countries, particularly with African nations. During this period, the Ministry of Foreign Affairs (MRE) assumed that cooperation projects with African countries were guided by solidarity and altruism, an assumption that is now challenged by the article What is the relation between Brazilian Foreign Policy and the implementation of bilateral technical cooperation projects in African Countries? Lessons from a South-South cooperation project implemented by the Brazilian National School of Public Administration – ENAP (2009-2012) authored  by researchers from the University of Brasília (UnB) and Columbia University in the City of New York. Continue reading →

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Global Justice and Environmental Governance: an analysis of the Paris Agreement – uma entrevista com Marcelo Santos, por Tiago Tasca

O Acordo de Paris, negociado em 2015, revela questões normativas sobre justiça e equidade no tocante às responsabilidades climáticas dos países signatários. Na busca de um maior compromisso global para conter a mudança do clima, as responsabilidades de cada país esbarram em questões complexas e conflitos interpretativos sobre qual deve ser o comprometimento dos países desenvolvidos e em desenvolvimento na esteira da descarbonização global. Neste sentido, a formatação da dinâmica internacional, as responsabilidades históricas de mitigação, diferentes perfis de emissão entre os países e divergências acerca do financiamento das ações de mitigação sugerem um debate normativo acerca dos princípios de equidade e justiça. Continue reading →

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Currency Wars Remain Beyond the Analytical Reach of Legal Scholars in the Age of Globalization, by Marcus Faro de Castro

In the wake of the global financial crisis which followed the collapse of the Lehman Brothers bank in 2008, a conspicuous innovation in monetary policy has changed the way in which economic authorities in many parts of the world went about their business. Powerful central banks have engaged in the purchase of “troubled assets”, which they thought should be removed from financial institutions’ balance sheets. This led some economists to argue that such policy innovation, dubbed “quantitative easing” (QE), caused a flood of international liquidity which in turn brought difficulties to peripheral economies, since it affected their ability to export. Continue reading →

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Why climate action won’t die after Trump’s election, by Larissa Basso and Eduardo Viola

The election of Donald Trump has been a source of concern to the climate community. Throughout his campaign, the President has dismissed climate change and spoke of pushing the coal industry back in business. Hours after his inauguration, climate change was deleted from the White House website. He has appointed a climate change denier to head the Environmental Protection Agency; an ethno-nationalist founder of the alternative right as Chief Strategy Advisor; a supporter of fossil fuels to the Energy Department; and the CEO of Exxon Mobil to the State Department. On the same token, on January 24 a bill to prohibit the United States contributions to the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC), the United Nations Framework Convention on Climate Change (UNFCCC) and the Green Climate Fund was proposed by a Republican representative in the Parliament [1]. There is a case for much concern, as the United States is a major climate power; if its emissions are not consistently reduced the problem will not be solved. In addition, Trump’s populist neo-nationalism will increase conflict in the international system, and decarbonization requires strong international cooperation. Yet, precluded economic and security confrontation between USA and China, Trump’s effect will be mitigated by changing dynamics in energy markets, China’s growing leadership in energy decarbonization and strong US states initiatives on reducing emissions. Continue reading →

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Exploring Peace in the Global South: partnerships and challenges, by Vanessa Matijascic e Natália Schenoni

There are few opportunities to explore peace in its most different dimensions. In the so-called American Midwest lies a distinguished institute where senior researchers, practitioners, visiting researchers, and young scholars exchange not only their passion, but also their diverse views and understandings about peace. Supporting the expansion of the Peace Studies research agenda, the Kroc Institute for International Peace Studies at the University of Notre Dame organizes every year a one-week Summer Institute for faculty, bringing together participants from different regions of the world. They have already accumulated vast experience organizing this academic week for the last eight years. Continue reading →

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A projeção global da China e a diplomacia do Reinminbi, por Samuel de Jesus

Sem este acordo, os concorrentes que não compartilham nossos valores, como a China, decretarão as regras da economia mundial… essa foi uma afirmação feita pelo ex-presidente Barack Obama ao assinalar a importância da aprovação do Tratado Transpacífico. O tratado foi assinado por 12 países: Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru, Cingapura, Estados Unidos e Vietnã, que representam 40% da economia mundial e um terço do comércio global. Continue reading →

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O que mudou na parceria estratégica Brasil-União Europeia de Lula para Dilma Rousseff?, por Míriam Saraiva

Em 2007 foi assinada a parceria estratégica entre o Brasil e a União Europeia que inclui o reforço do multilateralismo e a busca de ações conjuntas em temas de direitos humanos, pobreza, meio ambiente, energia, MERCOSUL e estabilidade na América Latina. As motivações para esta iniciativa foram, desde a perspectiva europeia, o papel ativo do Brasil em temas internacionais; a busca da UE de parcerias com países emergentes; a percepção do Brasil como parceiro potencial em fóruns multilaterais; e o estancamento das negociações UE-MERCOSUL. Os formuladores brasileiros, por sua vez, identificavam a parceria com a UE como instrumento para fortalecer o prestígio e o reconhecimento internacional do país. A expectativa brasileira de aumento de investimentos e transferência de tecnologia de áreas de inovação também favoreceram sua assinatura. Continue reading →

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O binômio da Paz e da Segurança: da antítese ao pleonasmo, por Joana Ricarte

Paz e segurança são conceitos estreitamente relacionados. No entanto, há uma variação sistemática impressionante no uso de um ou de outro. Esta depende, sobretudo, do tempo histórico a que se referem e das dinâmicas, essencialmente políticas, de apropriação desses termos. A paz tem sido referida por líderes políticos como um objetivo praticável ou até desejável apenas durante os últimos duzentos anos da nossa história. Da mesma forma, antes do século XX, a segurança não era de forma alguma um conceito-chave ou o centro organizacional do pensamento internacional. Um primeiro passo nessa direção veio com a segurança coletiva no período entre-Guerras. Os poderes do status quo usaram a segurança como sua palavra de ordem exatamente porque ofuscava a distinção entre nacional e internacional. Continue reading →

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Why is the world a more dangerous place? Two hypotheses on Trump’s foreign policy, by Cristine Zanella and Edson Neves Jr.

Among a myriad of gifs, jokes, and doubts about the implementation of electoral campaign promises, the more-than-ten executive orders signed by Donald Trump in his first days as president of the United States allow some conjectures about the future of the international system. This text presents two hypotheses aimed at implying that the world can potentially become a more dangerous place with Trump in power. Both assumptions are not formulated on the premise that the new president of the United States would be an irrational individual, but that it is possible to educe, from the profile of his “America First” policy already in place, that his specific foreign policy may to contribute to a world of greater political volatility and, therefore, more insecure.

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A Revolução Cubana, a deriva do regime castrista e os destinos de Cuba pós-Fidel Castro, por Raquel Patrício

A morte de Fidel Castro deixa um rastro de incertezas quanto ao destino de Cuba. Não obstante o poder da pequena ilha caribenha já estar nas mãos de seu irmão Raúl, todas as decisões importantes continuavam sendo tomadas por Fidel, segundo nos relata o principal biógrafo de Fidel Castro, Ignácio Ramonet. Sem Fidel no horizonte político de Cuba, vários cenários políticos e económicos se delineiam, muitos dos quais com a participação ativa da comunidade de exilados cubanos na Florida, que pretende regressar a Cuba, não por razões políticas, mas por questões eminentemente económicas. Continue reading →

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Indigenous Knowledge in the Anthropocene – uma entrevista com Cristina Inoue, por Natália Coelho

Indigenous Knowledge in the Anthropocene – uma entrevista com Cristina Inoue, por Natália Coelho

A constatação de que vivemos na era do Antropoceno, em que a humanidade é força motora responsável pelo desencadeamento de transformações climáticas, geológicas e ambientais, suscitou questionamentos quanto à pertinência do princípio moderno-positivista de separação entre os fenômenos humanos e os naturais. No artigo Many Worlds, Many Nature(s), One Planet: Indigenous Knowledge in the Anthropocene?, publicado na edição especial Many Worlds, Many Theories? da Revista Brasileira de Política Internacional – RBPI (Volume 59 – N. 2) Cristina Inoue e Paula Franco Moreira, discutem a inadequação da dicotomia natureza-sociedade para o estudo das Relações Internacionais (RI) e demonstra como a inclusão epistemológica dos sistemas de conhecimento dos povos indígenas pode contribuir para o conhecimento científico. Continue reading →

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The BRICS on climate change global governance, by Augusto Rinaldi & Patrícia Martuscelli

The BRICS on climate change global governance, by Augusto Rinaldi & Patrícia Martuscelli

What are the relations between emerging powers and global governance on climate change? In the article The BRICS on climate change global governance published in the volume 17 of Meridiano 47, it is highlighted this critical issue that is arousing great debate: the role played by emerging powers on climate change global governance, specifically by the group so-called BRICS (Brazil, Russia, India, China, and South Africa). These countries have been on focus for many reasons, but mostly due to its significant contribution in worsening the climate situation, as well as for the difficult to present a shared solution.

Analyzing the most recently regimes and agreements concerning this thematic – mainly the UNFCCC agreements and COPs meetings –, the authors argue that BRICS’ members faces a series of constraints that makes difficult for them to adopt a unique stance in this respect. In this context, an interesting issue that recently has gained scientific approach concerns to the problems related to environment. In special, climate change and its main causes and effects are receiving closely attention from international academic community, as well as from private and non-governmental organizations and observers preoccupied with the consequences of this phenomenon to the globe.

Finally, it is important noting that this research contributes to further comprehension about BRICS’ behavior – not only on climate change, but also on other issue-areas –, while simultaneously stimulating future investigations, as the theme is not circumscribed to a specific period or group of countries. In other words, the analysis of emerging powers’ role on climate change global governance is a topic that should be constantly reviewed, as the summits and conferences occurs almost yearly and unexpected events may happen related to global warming and earth’s change. Consult the article for a more complete discussion.

Read the article

Rinaldi, A., & Martuscelli, P. (2016). The BRICS on climate change global governance.Meridiano 47 – Journal of Global Studies, 17. doi:http://dx.doi.org/10.20889/M47e17020

About the authors

Augusto Leal Rinaldi, Universidade de São Paulo, Departamento de Ciência Política, São Paulo – SP, Brazil (augustolrinaldi@gmail.com).

Patrícia Nabuco Martuscelli, Universidade de São Paulo, Departamento de Ciência Política, São Paulo – SP, Brazil (patnabuco@gmail.com).

How to cite this article

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Mundorama. "The BRICS on climate change global governance, by Augusto Rinaldi & Patrícia Martuscelli". Mundorama - Revista de Divulgação Científica em Relações Internacionais,. [Acessado em 28/02/2017]. Disponível em: <http://www.mundorama.net/?p=20253>.

 

 

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Geopolítica do lítio na América do Sul e as divergentes políticas públicas nacionais, por Bernardo Rodrigues & Raphael Padula

Geopolítica do lítio na América do Sul e as divergentes políticas públicas nacionais, por Bernardo Rodrigues & Raphael Padula

Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro realizaram um estudo acerca das políticas públicas nacionais dos três países constituintes do triângulo do lítio sul-americano, segundo o artigo Geopolítica do lítio na América do Sul e as divergentes políticas públicas nacionais publicado no volume 17 de Meridiano 47.

No trabalho, extensivamente baseado em dissertação de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Economia Política Internacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, os autores ratificaram a hipótese de que as divergentes políticas nacionais evidenciam distintas formas de lidar com um recurso natural estratégico imprescindível para os processos de inovação tecnológica em diversos setores, destacando-se o automotivo. Evidenciaram também que a carência de um projeto de integração regional relega os países ao plano da anarquia no sistema internacional, tornando-se reféns das grandes potências internacionais, que possuem o controle tecnológico e, concomitantemente, necessitam do lítio que se encontra na região sul-americana.

Por conta da presença abundante de recursos naturais comuns e raros , a América do Sul é considerada altamente estratégica para a nova etapa de acumulação capitalista e para a reprodução de seu modo de produção, inserindo-se numa nova pressão competitiva mundial que tende a se acentuar ainda mais com o aumento da demanda mundial pelo recurso. Em termos geopolíticos, tudo indica que a região foi incorporada na pressão competitiva mundial em que algumas regiões “devem se transformar em ‘zonas de fratura’ internacional, e aí podem surgir conflitos e rebeliões que envolvam as grandes potências e as empresas que competem pelo controle da região.” (FIORI, 2014, p.161)

Como observa o geógrafo Phillipe Le Billon (2005), nos países subdesenvolvidos abundantes em recursos naturais, de forma geral, a exploração de recursos não vem produzindo sociedades mais estáveis, autônomas, igualitárias ou avançadas. Mas, num contexto de crescente dependência da exploração de recursos e de mercados externos, vem gerando coalizões e disputas políticas internas em torno da apropriação da renda gerada por tais recursos, que estão conectadas e abrem espaço para a projeção de poder e a disputa de atores externos estatais e não-estatais.

Desta forma, o artigo busca abordar a geopolítica do lítio na América do Sul a partir da análise das regulações e políticas públicas argentinas, bolivianas e chilenas. Logo, o estudo das distintas políticas públicas referentes ao lítio permite analisar a construção de distintas estratégias nacionais, com suas instituições e regulações dos três países com reservas na América do Sul, assim como suas disputas internas e no âmbito internacional e as conexões entre atores internos e externos. analisando as especificidades que geram divergentes estratégias quanto a utilização do recurso por esses países em seus projetos nacionais.

Leia o artigo

Rodrigues, B., & Padula, R. (2016). Geopolítica do lítio na América do Sul e as divergentes políticas públicas nacionais. Meridiano 47 – Journal of Global Studies, 17. doi:http://dx.doi.org/10.20889/M47e17018

Sobre os autores

Bernardo Salgado Rodrigues, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de Economia, Rio de Janeiro – RJ, Brazil (bernardo.rodrigues@pepi.ie.ufrj.br).

Raphael Padula, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de Economia, Rio de Janeiro – RJ, Brazil  (padula.raphael@gmail.com).

Como citar este artigo

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Mundorama. "Geopolítica do lítio na América do Sul e as divergentes políticas públicas nacionais, por Bernardo Rodrigues & Raphael Padula". Mundorama - Revista de Divulgação Científica em Relações Internacionais,. [Acessado em 28/02/2017]. Disponível em: <http://www.mundorama.net/?p=20251>.

 

 

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